As suclasses do nome são as seguintes:
. próprios;
. comuns:
. concretos;
. abstractos;
. colectivos.
O nome próprio designa um ser, um fenómeno, um processo… de modo individualizado, num determinado contexto, escrevendo-se sempre com letra maiúscula inicial: João, Tejo, Alpes, Madeira…
O nome comum designa um ser, um objecto, um facto, um conceito, um fenómeno… pertencente a uma determinada espécie, não individualizado (computador, mesa, cadeira, rato, carro, livro…). Escreve-se com letra minúscula (salvo em início de frase e, por vezes, em início de verso).
Dos nomes comuns fazem parte as seguintes subclasses:
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Nomes colectivos: são nomes que, no singular, designam um conjunto de seres ou objectos pertencentes à mesma classe, espécie, ao mesmo grupo:
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alcateia → conjunto de lobos;
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banda → conjunto de músicos;
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cáfila → conjunto de camelos;
- constelação → conjunto de estrelas;
- exército → conjunto de militares;
- magote → conjunto de pessoas;
- olival → conjunto de oliveiras;
- quarilha → conjunto de ladrões;
- récua → conjunto de bestas de carga;
- vinha → conjunto de videiras.
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É de salientar que alguns nomes colectivos indicam quantidades específicas:
• par, casal → dois seres ou duas coisas;
• dezena → dez (seres ou coisas);
• vintena → vinte (seres ou coisas);
•século → período de cem anos;
• légua → cinco quilómetros;
• etc.
- Nomes concretos: são nomes que designam seres, objectos e realidades pertencentes ao mundo físico (banana, caderno, fio, ovelha…).
- Nomes abstractos: são nomes que representam qualidades, sentimentos, estados, acções, conceitos, isto é, realidades/entidades imateriais, não directamente observáveis (amor, carinho, ódio, mentira, ciúme, infelicidade, perigo…).
É de salientar, porém, que a classificação de um nome como concreto ou abstracto depende do contexto em que ocorre:
a) O amor é um sentimento doce.
b) O meu amor pela Sofia é impossível.
É facilmente perceptível que, na frase a), o nome amor é claramente abstracto, enquanto na b) assume um carácter mais concreto.